A aula saíu à rua para conhecer, compreender, preservar e animar o nosso património.

domingo, 18 de março de 2012

Estátua equestre de D. João IV

A estátua feita em bronze do rei D. João IV em cima de um cavalo mede mais de seis metros de altura e está sobre um pedestal feito em granito. Fica no centro do Terreiro do Paço. O Paço Ducal fica a oeste da estátua, a sul o Convento das Chagas, o Paço dos Bispos e ainda o solar dos Caminha.
           D. João IV mandou comprar na Andaluzia, algum tempo antes da revolução de dezembro de 1640, um cavalo. Esse cavalo foi considerado pelo Duque António Galvão de Andrade como um baluarte, animal com grandeza e segurança. E “Baluarte” passou a ser o nome do animal, que está representado nesta estátua.
Esta obra teve dois autores: o escultor Francisco Franco, que a fez e o pedestal de granito foi desenhado pelo arquitecto Pardal Monteiro. O monumento foi concebido em 1939/1940, quando se comemorou o duplo Centenário da Fundação e Restauração de Portugal e foi inaugurado no dia 8 de dezembro de 1943, onde estiveram presentes pessoas importantes do nosso país.
   
Ana Rita Candeias, Sara Baptista - 6ºC
Ano letivo de 2010/2011

Fonte de informação:
ESPANCA, Túlio (1978). Inventário Artístico de Portugal: Distrito de Évora, I volume. Lisboa: Academia Nacional de Belas-Artes, páginas 610-611.
GABINETE DE IMPRENSA (2010). Um Alentejo para Descobrir. Vila Viçosa: Câmara Municipal de Vila Viçosa.

PESTANA, Manuel Inácio (s/d). Vila Viçosa História, Arte e Tradição, Vila Viçosa: Livraria Alentejo de Calipolojas, Lda.


sábado, 11 de fevereiro de 2012

Batalha de Montes Claros


Padrão da Batalha de Montes Claros

Já tinha sido a revolução do 1º de Dezembro de 1640 e estávamos em luta com os espanhóis, pela nossa independência, pois eles não desistiam.
Entraram mais uma vez em Portugal e ocuparam Vila Viçosa, depois da resistência dos calipolenses. Queriam vencer os alentejanos e depois seguirem para Lisboa. As tropas portuguesas, que estavam em Estremoz, partiram para ajudar os calipolenses. Os espanhóis avistaram-nos e os seus chefes mandaram atacar os portugueses na zona de Montes Claros. Eram muitos mais do que nós, mas tiveram que se retirar, pois os portugueses deram-lhes com força, entre sete a oito horas. Ao fim do dia, os espanhóis estavam destroçados e o próprio Marquês de Caracena, que comandava as tropas espanholas, fugiu em direcção à fronteira, passando depois para Badajoz.
Os espanhóis perderam 10.000 homens, quase metade do exército (4.000 mortos e 6.000 prisioneiros) e as forças portuguesas sofrem 2.700 baixas (700 mortos e 2000 feridos).

Em memória da batalha

            A batalha de Montes Claros, que aconteceu entre Bencatel e Santiago de Rio de Moinhos, no dia 17 de Junho de 1665, foi a última batalha travada entre portugueses e espanhóis.

Lápide mandada fazer
pelo Marquês de Marialva

 



Igreja de Santa Maria da Vitória
Mais tarde, o Marquês de Marialva mandou fazer em frente à Igreja de Nossa Senhora da Vitória, uma lápide com uma longa inscrição onde fez os seus votos para que a tragédia desta batalha, com tantos mortos, não se repita na história futura de ambos os países.

Ana Patrícia Sande, Margarida Coelho
6º C – Ano letivo de 2010/2011


Fonte de informação:
Fotografias:
Margarida Coelho

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

O que falta no nosso concelho

Pensámos, perguntámos, investigámos, trocámos ideias e escrevemos… As visitas que realizámos ao longo do ano também nos ajudaram.
O que falta no nosso concelho?
Concluímos que seria importante divulgar mais o património de Vila Viçosa, que é uma zona tão rica em água subterrânea e superficial e com paisagens tão bonitas, para ser visitado e, por isso, sugerimos:
· percursos pedestres;
· passeios de bicicleta;
· bom funcionamento da ETAR, para preservar as águas e a biodiversidade das nossas ribeiras;
· termos guias turísticos, para passeios de turistas, que contenham o percurso das ribeiras e os
ecossistemas a eles associados.
Sugerimos também que se promova a plantação e a criação de mais espaços verdes, como pequenos jardins, ou até um parque municipal onde se poderiam combinar plantas, árvores e um lago, com percursos de exercício físico, máquinas de reabilitação e um quiosque.
Junto às estrada mais largas, poderiam existir pistas para andar a pé ou de bicicleta, ficando ao lado dos passeios.
Em Bencatel, Pardais e S. Romão poderia haver mais espaços de convívio para adultos e idosos, mesmo que fosse uma espécie de ocupação contra a solidão, em que poderiam fazer: trabalhos manuais (costura, corte e colagem, desenho), atividades que envolvessem a comunidade, como sortear cabazes ou convidar alguém para conhecer o espaço, jogar às cartas e conversar. Assusta ver tantos idosos sozinhos!
Deveria também existir um espaço para as pessoas desempregadas procurarem um emprego, mas a nível local. Aí, poder-se-ia encorajar as pessoas a começarem o seu próprio negócio, em casa, ou em lugares desabitados mas em bom estado. Os empregos deveriam envolver a agricultura e a criação de gado, visto que estão a diminuir e necessitam ser modernizadas e apoiava-se o crescimento do desenvolvimento económico. Deveria haver maior e melhor aproveitamento da riqueza natural da região, o mármore. A propósito desta riqueza esperamos que o novo Museu do Mármore seja bastante digno! Temos que valorizar a nossa região.
E, nas férias, deveria haver, de forma organizada e que fosse dada a conhecer ainda em tempo de aulas, atividades desportivas, sem ser o futebol, passeios, trabalho de campo para nós conhecermos melhor e valorizarmos o nosso património, tanto natural como edificado. Também seria bom termos uma Biblioteca equipada com todo o tipo de informação!
A nossa terra é muito bonita e muitas crianças e jovens não a conhecem. Por outro lado, há crianças e jovens que passam as férias em Vila Viçosa!


Ana Mestre,  Ângela Neto, Francisca Novado,  Inês Arranca, Leonor Veiga,  Pedro Albuquerque
Clube Jornal Escolar
Ano letivo 2010/2011

domingo, 25 de dezembro de 2011

No princípio do séc. XX ... Em Vila Viçosa

        Tradição de Natal


Ronca
           No princípio do século XX, em Vila Viçosa, na véspera de Natal, rapazes e raparigas, vestidos como se fossem  apanhar a azeitona, saiam à rua e andavam de porta em porta cantando ao Menino e tocando roncas. Lançavam também ao ar foguetes em sinal de festa.
            A ronca era um instrumento composto por uma panela de barro coberta com uma pele de banha de porco, que no centro tinha uma cana delgada fixa na pele, com o tamanho de um palmo. Com a mão direita, lubrificada com saliva, puxava-se a cana para cima e para baixo.
Este grupo cantava à porta das pessoas, os donos das casas mandavam-nos entrar e depois davam-lhes  bolos,  filhós, café, licores, nógados ...
À meia-noite, dirigiam-se para a igreja de S. Bartolomeu onde assistiam à missa do galo e beijavam o Menino Jesus. Dali, seguiam cantando até à igreja de Nossa Sra. da Conceição, onde beijavam  novamente o Menino Jesus e depois iam para as suas casas.
As cantigas que cantavam à porta das pessoas eram mais ou menos assim:

Abre-me a porta, ó querida,
Estou com pés na geada,
Se não me abres a porta,
Não és querida, não és nada

Aqui estou à tua porta,
Com o feixinho de lenha,
Estou à espera da resposta
Que da tua boca venha

E as pessoas que estavam à porta das suas casas  respondiam assim:

Entrai, pastorinhos, entrai,
Por esse portado adentro,
Vem visitar o menino
No seu santo nascimento

Esse costume calipolense perdeu-se.

 
Fonte de informação:

PESTANA,  Manuel Inácio (1983). Etnologia do Natal Alentejano. Portalegre: Ed. da Assembleia Distrital, pp. 44 a 47.

Ana Rita Candeias – 6º C         
2010/2011            

domingo, 4 de dezembro de 2011

A propósito da Revolução do dia 1 de Dezembro de 1640

Lutar ... lutar ... até livres ser!

Aclamação de D. João IV (D. João II, 8º Duque de Bragança)
Óleo sobre tela de Veloso Salgado, Museu Militar de Lisboa

Na terra do sol escaldante
Lutou D. Sebastião e seus cavaleiros
Mas coitados … saíram derrotados
Ficou o trono sem herdeiros!

Quem seria o novo rei?
Para o país governar
Três pretendentes ao trono
Se foram candidatar.

Não houve eleições
Foi a “corrida” desleal
D. Catarina desistiu
De ser rainha de Portugal.

D. António não resistiu
A D. Filipe mauzão
Em Alcântara ruiu
A independência da Nação.

Ibérica era o sonho
Da riqueza acumular
Disse o Espanhol matreiro
Para o povo o aclamar.

Veio Filipe primeiro
O segundo e o terceiro
Vieram tempos difíceis
Com fome e sem dinheiro.

Portugueses oprimidos
Tiveram de pensar
Qual seria a maneira
Do rei espanhol derrotar.

Panfletos e bandeiras
Tiveram de espalhar
Para não serem descobertos
O “Manuelinho” tiveram de usar.

Organizaram-se os nobres 
Numa grande conspiração
Restaurar a independência
Era essa a intenção.

Lá foram os fidalgos
Para o palácio conquistar
Conseguiram, até que enfim
A duquesa de Mântua expulsar.

O primeiro de Dezembro
É data a lembrar
Porque em 1640
Os espanhóis, mandámos “passear”.

Lisboa, cidade bela
                                                              Nela, as Cortes reuniu                                                                 
Para rei de Portugal
João, foi o nome que se ouviu.

Portugal pobre estava
Teve de trabalhar
Indústria, comércio e agricultura
Tiveram que aumentar.

Foram 28 anos
De batalhas travadas
“Lambada”nos espanhóis
E as nossas tropas moralizadas.

Por terras alentejanas
Travaram batalhas sem igual
“Montes Claros” foi a última
Para aclamar Portugal!

Pedro Melo, 6º C
Com colaboração da família
Ano letivo de 2010/2011

domingo, 20 de novembro de 2011

Educação Musical no Paço Ducal

 
Edifício onde funcionava o Colégio dos Reis Magos

     Entre finais de Maio e princípios de Junho, todas as turmas de 6º ano realizaram uma visita de estudo especial ao Paço Ducal, que tinha como principal objetivo mostrar aos alunos a riqueza musical que aí existe. No fim, descobrimos que a música está presente em quase todas as suas divisões.
      Encontrámo-nos no portão de acesso à Tapada Real, onde fomos muito bem recebidos pelo Dr. Tiago Salgueiro que nos avisou para não fazermos barulho, pois os animais estavam em época de acasalamento e o barulho podia perturbá-los.
João Lourenço Rebelo
     Vimos onde funcionava o antigo Colégio dos Reis Magos, na Ilha e ficámos a saber que foi criado em 1609 pelo Duque de Bragança, D. Teodósio II, pois queria mostrar através da Música o seu culto e prestígio. Este colégio foi uma das mais importantes escolas de Música da Europa e era internacional, pois os que o frequentavam eram de vários locais e nacionalidades. Um grande compositor da altura que se destacou foi João Lourenço Rebelo. Falou-nos também do 8º Duque de Bragança, D. João, futuro rei D. João IV e dos seu interesse pela música, Ficámos a saber que além de colecionador também era compositor.
Entrada da Capela Real
Piano oferecido pela comunidade inglesa
como prenda de casamento a D. Carlos
de Bragança  e a D. Amélia de Orleães












Gabriel Castro a tocar no ógão
         Na Capela Real, ouvimos as explicações que nos foram dadas pelo Dr. Tiago e pelos professores de Ed. Musical, Dália Silva e Fausto Abalroado, sobre a história do piano e do órgão, as suas teclas, o som… Aí, vimos o piano de cauda que veio de Inglaterra e foi oferecido pela comunidade britânica aos duques D. Carlos de Bragança e D. Amélia de Orleães, futuros reis de Portugal, no dia do seu casamento, em 1886. Soubemos que o órgão, que data de 1756, funcionava a ar, mas que no século passado instalaram um sistema eléctrico que faz com que não seja necessário usar o pedal para entrar mais ar, basta tocar. Os alunos Bruno Cardoso, Francisco Aires e Gabriel Castro tiveram a oportunidade de tocar no piano e no órgão. O que foi uma experiência inesquecível!
Apresentação de instrumentos antigos
pelo Dr. Tiago Salgueiro
      Vimos ainda outros instrumentos antigos: violoncelo, violino …
No gabinete de D. Amélia, vimos o piano vertical, no qual tocava quando recebia visitas, que tinha um suporte para as velas para se poder ver e tocar à noite.
       Foi muito interessante e todos gostaram. Foi uma aula diferente.
Adorámos!!!!!!!!!!!!!!

         Ana Lúcia Rosa, Ângela Neto, Margarida Coelho
                                            6º C - Ano letivo de 2010/2011

sábado, 12 de novembro de 2011

As ribeiras do nosso concelho

       A água faz parte do património natural, que é o tema da nossa escola e a nossa turma trabalhou “A água, as nascentes e as fontes em Vila Viçosa”, em Área de Projecto.
      Falámos com os nossos familiares, pesquisámos em livros, revistas e na Internet, fizemos visitas de estudo, tirámos muitas fotografias e desenhámos. Conversámos e vimos coisas que estão bem e outras que estão mal.

      A nossa região é muito rica em património natural (solos, fauna, flora, recursos hídricos subterrâneos e à superfície e geológicos). Esta riqueza tem a ver com a sua localização geológica (flanco/vertente SE do anticlinal de Estremoz, com 7km por 40km de comprimento, eixo NW-SE Sousel-Alandroal). O próprio nome do concelho “Vila Viçosa” - Vale Viçosa, até à sua criação em 1270, por D. Afonso III tem a ver com esta riqueza.
     O subsolo é rico em jazidas de mármore, que retêm as águas, originando importantes aquíferos subterrâneos. Como há muita água, os solos são ricos e pode nascer uma flora selvagem, hortícolas e frutícolas e os animais, a fauna pode sobreviver. Por estas razões, as pessoas foram-se fixando nesta zona, criando-se uma zona de grande densidade populacional, 27 habitantes/Km2 (censos de 2001), superior à do restante Alentejo.

           Águas superficiais

          Não existem ribeiros com grandes caudais, apenas engrossam com as águas da chuva, estando na maior parte das vezes secos, durante os dias quentes.
         Correm de Norte para Sul e todas vão desaguar no Rio Guadiana, depois de se juntarem a outros, engrossando o respectivo caudal. Constituem, por isso, seus afluentes.

          Sede de Concelho
    A vila é cruzada por dois ribeiros, o do Beiçudo e o do Rossio, desunidos no começo, mas que se unem num só, antes da Ermida do Paraíso.


Ribeiro junto à Pousada

           Ribeiro do Beiçudo:


           As águas deste ribeiro correm do lado norte da vila.  

Ribeiro do Beiçudo, no Paraíso

Nasce para os lados de Montes Claros, atravessa o Reguengo, entre as duas Escolas E. B. 2 D. João IV e Públia Hortênsia de Castro, passa pela Horta do Reguengo, onde corre a descoberto até ao início do Terreiro do Paço, local onde passa a correr por baixo do mesmo. Continua assim pelo Largo dos Banhos, sempre com o nome de Ribeiro do Passadiço.
         Na zona da Fonte Grande, recebe as águas vindas do Aqueduto do Nó, do Chafariz d’El Rei e das Fontes Pequena e Grande, oriundas do Ribeiro de Alcarrache. Passa então a ter o nome de Ribeiro das Fontes ou Ribeiro do Beiçudo. Continua o seu percurso, passando pela Quinta das Olípias até ao Paraíso, onde se junta ao Ribeiro do Rossio. Infelizmente, as suas águas estão poluídas.
       Em 1890, as suas águas faziam mover os lagares da azeitona, que eram cinco: Buraco do Corregedor, Pelames, Porto de Elvas, Azenhas do Paraíso e Engenho de Ferro.

Ribeiro do Rossio, no Paraíso
       Ribeiro do Rossio
       Também é conhecido por Ribeiro da Portela, antes de entrar na vila, por ser o local onde nasce. Chama-se do Rossio, porque atravessa o Rossio ou Ribeiro das sete pontes por ser atravessado por duas pontes antes da vila e cinco no Rossio.
       Corre de forma subterrânea, em manilhas colocadas pela Câmara Municipal. No seu percurso alimenta diferentes fontes, noras …

Junção das águas do Ribeiro do Rossio com as do Beiçudo,
no Paraíso
       Ribeiro do Paraíso ou da Vila
       É a junção das águas do Ribeiro do Beiçudo com as águas do Ribeiro do Rossio e nasce junto à Ermida do Paraíso. Chama-se também da Vila, pois recebe as águas da vila.
Foz: Ribeira de Borba, perto do Moinho de Papel

       Ribeira de Borba
Nascente: perto de Borba
Percurso: atravessa a Tapada Real, junta-se com a ribeira da Asseca, no Ratinho, depois de recolher as águas de Vila Viçosa

    S. Romão
          Ribeira da Asseca
Nascente: Terrugem
Percurso: Dirige-se para S. Romão e encontra-se com a Ribeira de Borba, na herdade do Ratinho e caminham para o Guadiana
Foz: Rio Guadiana, em Vargem, junto de Jorumenha

       Ribeira de Mures
Nascente: perto de Vila Boim
Percurso: atravessa a freguesia de Ciladas
Foz: Rio Guadiana

      Bencatel
      A grande riqueza de Bencatel, noutros tempos, estava nos lençóis de água, sendo o principal o da lagoa, cujas águas formavam uma ribeira que ia desaguar no Lucefecit. Nas margens destas ribeiras chegaram a funcionar 19 azenhas para moer farinha e, nos quintais e hortejos, criavam-se hortaliças e frutas.

      Ribeiro das Nelas
Nascente: Pedreira Ezequiel Francisco Alves
Percurso: Passa por dentro da propriedade do Foro e segue para fora da localidade de Bencatel. Na Aldeia da Freira junta-se com a ribeira do Lucefecit, que vem do Montinho e segue em direcção à Serra d’Ossa.
Foz: Barragem de Terena
Justificação do nome do ribeiro:
Um dia a avó do Carlos Basófia contou que dantes havia ao lado da ribeira muitas festas e uma noite, de uma pinhata que uma senhora partiu, saiu de lá uma borboleta e a senhora disse que era uma “nela”. A partir daí passou a ser conhecido por Ribeiro das Nelas.

       Ribeira do Lucefecit
Nascente: Montes Claros, com o nome de Rio de Moinhos e é o mais caudaloso de todos
Percurso: Passa pelo sopé da Serra d’Ossa, em Bencatel, por duas barragens: Santa Ana e de um senhor, vai subterrâneo até à barragem de Lucefecit.
Foz: Rio Guadiana, perto de Cheles
        Pardais
        Ribeira de Pardais
Nascente: Lagoa
Percurso: curto, atravessa a freguesia de S. Braz dos Matos
Foz: Rio Guadiana
Caudal: pouco, cerca de um metro de largura
                                                              
Texto: alunos do 6º A
Fotografias: Alunos do 6º A e do 6º B
  2010/2011 
Fontes de informação:
ESPANCA, Pe. Joaquim. Compêndio de Notícias de Villa Viçosa: parte primeira Noticias Geraes e Chronologicas (s/d)

Familiares e vizinhos dos alunos da turma